Marquinhos ressalta as dificuldades que terá contra Instituto de Córdoba em semifinais da Champions League das Américas

“Torcida em cima, quadra dura, escorregando, rival argentino que joga muito bem à meia quadra” destaca o ala rubro-negro

O Flamengo derrotou o Fuerza Régia do México por 103 x 76 no Ginásio do Tijuca Tênis Clube e se classificou para as semifinais da Champions League das Américas. O Rubro-Negro vai encarar o Instituto de Córdoba que bateu o Real Esteli da Nicaráugua.

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Queda de rendimento nos quartos finais

“Queda normal de basquete. é difícil você manter 100% o jogo todo,é normal. Entra jogador, sai jogador, nosso time tem essa características, às vezes não encaixa, aí entra outro jogador e já encaixa de novo e volta. Normal, nosso time faz uma rotação muito grande e é preciso dessa rotação o tempo todo. E às vezes encaixa e outras vezes não encaixa. Mas, fico feliz porque ofensivamente o time foi muito acima do normal. Defensivamente na média dos 70 a 75 pontos. A gente conseguiu uma grande vitória.”

Utilização de jovens jogadores das divisões de base

“É, como eu falei, a gente tem uma temporada longa, viemos de uma viagem desgastante que foi de Monterrey até o Brasil, quase 20 horas de viagem. Então, a gente precisar ter um elenco e a gente tem esse elenco.”

Revanche? Flamengo foi eliminado pelo Instituto de Córdoba na temporada anterior nas semifinais da Liga Sul-americana

“Não tem como encarar como revanche. São campeonatos diferentes. A Champions League é um campeonato acima da Sul-americana, é também um time totalmente diferente deste ano, e -o do Instituto também é diferente. A gente sabe também que jogar lá dentro da casa do Instituto de Córdoba é muito difícil, é uma quadra dura, torcida em cima, a quadra escorregando, rival argentino que joga muito bem à meia quadra, então sabemos que é um adversário muito difícil.”

Adaptação dos reforços estrangeiros: Eloy Vargas e Gustavo “Panchi” Barrera

“Bom, vou falar primeiro do Eloy, já está praticamente ambientado com o nosso sistema de jogo, ele praticamente solucionou o nosso problema no garrafão. É um cara que preenche bem, joga bem fisicamente, toma conta do garrafão, reboteia muito bem, então, tem nos ajudado muito nesse aspecto. O Panchi, se eu não me engano, são duas ou três semanas de treinamento, ainda está pegando as jogadas, mas é um jogador que tem uma certa experiência, ele vai ajudar bastante ao Franco (Balbi) e ao Deryk na rotação e armação das jogadas do nosso time.”

Por: Vinícius Lima

 

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