Reação vascaína não é suficiente e Franca vence o Vasco, em São Januário

Com a vitória por 84×78 o Sesi Franca se manteve líder do campeonato e agora tem campanha de 13-2

O time do Franca dominou o primeiro tempo, abriu enorme vantagem, 55 a 28. Nos dois últimos períodos, o Vasco se aproximou do placar, pressionando e marcando melhor, mas não foi o suficiente para bater o farto coletivo dos líderes da competição.

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Já o Vasco da Gama, que vinha de um resultado positivo contra o Joinville/AABJ, fora de casa, permaneceu na 11ª posição, e agora soma cinco vitórias em 16 jogos (31,3% de aproveitamento).

A equipe do Franca contou com quatro atletas pontuando na casa dos dois dígitos. (Foto: Vinicius Lima)

Fartura coletiva: o Franca, do técnico Helinho, teve quatro jogadores com pontuação razoavelmente alta: David Jackson (19 pontos), Hettsheimeir (15 pontos), Didi (13) e Lucas Dias (10).

Destaque cruzmaltino: pelo lado do Vasco, se sobressaiu o ala Nick Okorie.  Foi o cestinha do jogo, com 26 pontos. O jogador teve desempenho de 12/15 nos lances livres (80% de aproveitamento) e foi a maior arma ofensiva do time carioca, assim como o pivô Caio Torres, com 14 pontos, também foi importante para o time da casa.

O Jogo

Franca – donos do primeiro tempo: O Franca praticamente liquidou a fatura no primeiro tempo. Os paulistas se aproveitaram das várias falhas defensivas do time do Vasco e da dificuldade em se encontrar do time carioca. O técnico Helinho fez boa rodagem de jogadores desde o início e, o bom nível se mantinha. A equipe totalizou nove bolas de 3 pontos em 18 tentadas (50% de aproveitamento) nos dois primeiros quartos e foi para o intervalo com expressivos 27 pontos de vantagem: 55 a 28.

Reação –segundo tempo do Vasco:  o cruzmaltino conseguiu pontuar mais vezes nesses dois últimos quartos, e deixou suspeitas de uma virada. Ao abrir tamanha vantagem ainda no primeiro tempo de jogo, Franca soube administrar, e suportar a pressão vascaína. Era um Vasco totalmente diferente que marcava melhor e se impunha dentro de casa. A ampla vantagem caiu mas os vascaínos ficaram apenas no flerte com a virada. Os donos da casa foram para o último quarto com 17 pontos atrás (70 a 53). O bom momento foi mantido e, após corrida de 13 a 3 nos primeiros minutos, a diferença caiu para sete pontos (73 a 66). Os francanos souberam suportar e administrar a pressão, não deixaram a diferença ficar menor do que cinco pontos, “aliviando a barra” da equipe até o final do confronto.

Breve análise: 

O poderio coletivo de Franca chama a atenção. A equipe de Helinho mesmo trocando de nomes durante a partida e deixando no banco, jogadores importantes, por bom tempo de partida, como foi o caso do pivô Hettsheimer. E ainda assim, manteve o nível e equilíbrio defensivo e ofensivo.

O Vasco surpreendeu com a mudança significativa no segundo tempo de jogo. Por que a equipe de Alberto Bial não joga assim em todos os jogos, e em todos os períodos da partida? Um Vasco guerreiro, que soube se impor contra um qualificado Franca. Aparentemente, o time da casa soube reorganizar a defesa e assim, equalizar erros que vinha cometendo nesse aspecto. O time deixou de perder bola, e esteve mais concentrado na hora de atacar, dando trabalho ao adversário. É um Vasco que, pode vir a se consertar nesse NBB e talvez possa almejar melhores posições na tabela de classificação.

 

 

 

Por: Vinicius Lima

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